terça-feira, 2 de janeiro de 2018

O outro, não você.

Qual o limite para o individualismo? Até que ponto alguém pode decidir sobre a vida do outro? Quem é detentor do que é certo e do que é errado?

São questões tão complexas e, ao mesmo tempo, inviáveis!
Porque são argumentos incontestáveis.
Porque NINGUÉM é dono de ninguém, e muito menos dono de uma verdade absoluta. Ninguém!
O mundo e a própria vida, tudo é tão vasto, amplo, subjetivo e relativo! Para um ser, um mero mortal, achar que pode dizer e desdizer o que bem entender e sentir, sobre outro ou sobre algo.

Os pontos de vista são carregados pelas experiências de cada um. São enxergados da maneira que lhe cabe, que se entende, que se quer!
Não pode ser imposto aos outros, goela abaixo!!! Isso não se faz.

O livre arbítrio é tão sagrado quanto o ser que o deu para nós. Ele foi dado para ser usado e não comandado. Livre... Isso já diz tudo. Desde que não prejudique o outro.
O respeito pelas escolhas alheias. Isso já é um bom começo para viver em paz, consigo e com quem você respeita. Nada forçado vai atrair positividade. Pelo contrário, vai trazer muito atrito, muitas feridas e pode destruir alguém.

Contudo, não se pode prender ninguém a lugar algum. Não queira aprisionar alguém em seus (pré) conceitos, deixe o outro voar com suas próprias asas e ter suas próprias experiências, inclusive as más, se assim for preciso. Mas que sejam por causa das decisões dele, e não das suas sobre ele.
O outro, já diz tudo: outro! Não você.